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A Praça da Sé, localizada na área central da cidade de São Paulo, é o marco zero do município. A partir dele, contam-se as distâncias de todas as rodovias que partem de São Paulo, bem como a numeração das vias públicas da cidade.

A atual Catedral da Sé, inaugurada em 1954, é um dos cinco maiores templos neogóticos do mundo e abriga o maior órgão da América Latina. É a terceira igreja construída no mesmo local, sendo que a primeira, de 1616, foi substituída pela anterior em 1764, quando São Paulo se tornou sede da diocese.
A praça desenvolveu-se durante esse período, a partir da construção da Igreja Matriz do município, cuja torre foi construída em 1755 pelo escravo Tebas, em troca de sua carta de alforria, fato contado em um samba enredo de Geraldo Filme.

O primeiro projeto paisagístico da Praça, conduzido na década de 1970, foi criticado como incentivo à permanência de população sem-teto no local.
Já a segunda reforma, de 2006, foi criticada por entidades ligadas ao direito à moradia da população sem-teto, pela instalação dos dispositivos apelidados de "antimendigos", que expulsava do Centro a população de mais baixa renda.

Considerada um sinônimo para o Centro Velho, a praça foi palco de muitos eventos importantes para a história do país, como o comício das Diretas Já.