Paulista


Criada no final do século XIX sobre o Espigão da Paulista, uma das regiões mais elevadas da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista é um de seus principais centros financeiros e culturais. De noite, a avenida se torna um centro de entretenimento, movimentada por jovens, skatistas e músicos de rua.

A Paulista foi até meados dos anos 1950 uma área residencial da alta sociedade.
Os palacetes construídos pelos barões do café incorporavam elementos de diversos estilos arquitetônicos, tornando a avenida uma espécie de museu a céu aberto.
Durante as décadas de 60 e 70, porém, a grande maioria dos casarões foi demolida, dando lugar aos arranha-céus empresariais, com mais de 30 andares em media.

Entre sedes de empresas, bancos, consulados, hotéis, hospitais, instituições científicas, culturais e educacionais, a Avenida Paulista abriga a Praça do Ciclista, nome dado ao espaço do canteiro central entre as ruas Bela Cintra e Consolação, que é ponto de encontro dos participantes de eventos de promoção da bicicleta como meio de transporte, e outras ações de luta pela cidadania.
Abaixo da praça está o Túnel da Paulista que dá acesso às Avenida Rebouças e Dr. Arnaldo, um dos pontos mais conhecidos do grafite em São Paulo, coberto por painéis coletivos com desenhos temáticos.