Carandiru


O Complexo Penitenciário do Carandiru foi inaugurado na década de 1920 como o maior presídio da América Latina. Tido como um presídio-modelo, era aberto à visitação pública e chegou a ser considerado um dos cartões postais da cidade de São Paulo.

A partir de 1940, o Carandiru se notabilizou por sua superlotação e má administração, culminando com o famoso massacre de 1992, quando 111 detentos foram mortos pela Polícia Militar de São Paulo durante uma rebelião, fato que teve grande repercussão nacional e internacional.

Em 2002 o Carandiru foi desativado e parcialmente demolido, dando lugar ao Parque da Juventude, a Biblioteca de São Paulo, e a Escola Técnica Estadual do Parque da Juventude.

O cotidiano da extinta Casa de Detenção, assim como o massacre, são lembrados em diversas canções de grupos como os Racionais MC’s, 509-E, Facção Central e Sepultura, alem dos livros “Diário de um Detento” do ex-detento Jocenir, e “Estação Carandiru” do Dr. Dráuzio Varella, que deu origem ao filme “Carandiru”, com participação do rapper Sabotage.